MUDANÇA DE ENDEREÇO!!! ATENÇÃO!!!  O Lançamento de UMA OUTRA FACE, tem NOVO ENDEREÇO! Não haverá energia na região da Paulista no dia indicado. Então manteremos a data e o horário (19/11/11), porém, no seguinte endereço:Livraria Martins Fontes: Rua Dr. Vila Nova, 309 - Tel.: 11 3539.2080 - CEP 01222.020 - São Paulo SP Travessa da Rua Maria Antônia (Próximo ao SESC Anchieta, da Consolação). Conto com a presença e compreensão de todos! Obrigado pela força e apoio dado até hoje! Douglas Piruzini.Booktrailer: http://www.youtube.com/watch?v=5w6Btz5HsVg Blog: http://piruzini.blogspot.com

MUDANÇA DE ENDEREÇO!!!

ATENÇÃO!!!
O Lançamento de UMA OUTRA FACE, tem NOVO ENDEREÇO!

Não haverá energia na região da Paulista no dia indicado. Então manteremos a data e o horário (19/11/11), porém, no seguinte endereço:

Livraria Martins Fontes:
Rua Dr. Vila Nova, 309 - Tel.: 11 3539.2080 - CEP 01222.020 - São Paulo SP
Travessa da Rua Maria Antônia (Próximo ao SESC Anchieta, da Consolação).

Conto com a presença e compreensão de todos! Obrigado pela força e apoio dado até hoje!

Douglas Piruzini.

Booktrailer: http://www.youtube.com/watch?v=5w6Btz5HsVg

Blog: http://piruzini.blogspot.com

1 note 

Sou Louco!
“Sou louco em acreditar, que não existe no mundo, maldade absoluta?Que para toda a escuridão existe um pequeno feixe de luz para aquecer a nossa alma?Que o mundo pode ser um lugar melhor e mais justo de se viver?Que a vida de forma alegórica, assim como a alegoria da fantasia, pode se tornar um conto de fadas?Que o tentar é sempre melhor que desistir?Que a positividade é o melhor remédio para a nossa atual falta de fé?Que a dor ainda é, de forma instintiva, o melhor sentido para acreditarmos que ainda estamos vivos?Que a solidão e a tristeza são, senão, o impulso que nos faz enxergar que existe algo errado em nossas vidas, para que possamos dar um belo salto?Que o amor é o maior e mais nobre de todos os sentimentos, e que sem ele, não pode existir a paz?Que a guerra contra o mal, gera o mal, pois do mal e do ódio sobrevivemos em cada batalha?Por fim… será que sou o único louco neste mundo, a acreditar que a hipocrisia está em cada ser vivente, que precisamos usar máscaras, pois elas nos defendem do caos que seria, se todos fossemos verdadeiros e instintivos?
Será que sou louco? Será?…” D. Piruzini.

“Doaria meus sonhos, venderia meus órgãos e a minha alma, entregaria ao destino a minha vida, deixando de lado a luta e o sabor de cada conquista; viveria em silêncio e calado, a minha e a sua dor… tudo para lhe ver sorrir, em plena alegria… a alegria dos fortes… dos deuses… dos Homens. Aquela alegria que esperávamos e que hoje sorri para nós.”

Douglas Piruzini.

Te amo hoje e para todo o sempre J.R.

“De almas sinceras a união sinceraNada há que impeça: amor não é amorSe quando encontra obstáculos se altera,Ou se vacila ao mínimo temor.Amor é um marco eterno, dominante,Que encara a tempestade com bravura;É astro que norteia a vela errante,Cujo valor se ignora, lá na altura.Amor não teme o tempo, muito emboraSeu alfange não poupe a mocidade;Amor não se transforma de hora em hora,Antes se afirma para a eternidade.Se isso é falso, e que é falso alguém provou,Eu não sou poeta, e ninguém nunca amou”.
William Shakespeare.

“De almas sinceras a união sincera
Nada há que impeça: amor não é amor
Se quando encontra obstáculos se altera,

Ou se vacila ao mínimo temor.

Amor é um marco eterno, dominante,
Que encara a tempestade com bravura;

É astro que norteia a vela errante,

Cujo valor se ignora, lá na altura.

Amor não teme o tempo, muito embora
Seu alfange não poupe a mocidade;

Amor não se transforma de hora em hora,
Antes se afirma para a eternidade.

Se isso é falso, e que é falso alguém provou,

Eu não sou poeta, e ninguém nunca amou”.

William Shakespeare.

Dispensa comentários…

Não importa.

“Não importa o que os outros dizem. 
Não importa o que os seus amigos pensam. 
Não importa o que a sociedade julga. 
Não importa o quão isso importa para o seu próximo. 
Não importa a importância que outros dão aos seus atos e ideias. 
Importa sim, o que você pensa, o que você tem de melhor para doar ao seu semelhante, aquilo de mais nobre que vive e pensa dentro de sua casca…
Faça a diferença na vida de alguém… 
Faça a diferença na sua própria vida… 
Seja a diferença naquilo que você espera de si e do mundo… ou melhor, não espere nada do mundo… CARPE DIEM…”

Douglas Piruzini. 

Não importa.

“Não importa o que os outros dizem.

Não importa o que os seus amigos pensam.

Não importa o que a sociedade julga.

Não importa o quão isso importa para o seu próximo.

Não importa a importância que outros dão aos seus atos e ideias. 

Importa sim, o que você pensa, o que você tem de melhor para doar ao seu semelhante, aquilo de mais nobre que vive e pensa dentro de sua casca…

Faça a diferença na vida de alguém…

Faça a diferença na sua própria vida…

Seja a diferença naquilo que você espera de si e do mundo… ou melhor, não espere nada do mundo… CARPE DIEM…”

Douglas Piruzini. 

Utopia

Sonho com o frescor da brisa na face, dos verdes claros brilhantes em folhas de altas árvores, jovens, do velho mundo… perdido. Sol radiante (ar puro), iluminando e aquecendo minhas mãos calejadas, de pele sensível e pigmentada.

Sonho com a pressão nos tímpanos, nas mais altas montanhas, o ar puro e a vista virgem e livre da fálica e iníqua destruição flamejante (humana).

Sonho com o gosto doce, da água pura,  cristalina, dos rios que desaguam em terras desconhecidas e na água, no sal e na vida em sua mais bela amplitude.

Imagino o céu limpo, os desenhos surreais, das milhares de partículas que formam o algodão doce na imensidão.

Espero as brilhantes estrelas, a chuva, o cheiro do barro, da cidreira, do mato.

Entro em êxtase com o som do universo em movimento e dos animais em harmonia. O trovão. Os olhos dos deuses nas mais belas tempestades.

Eu vejo as cores, quando no sol a pino, nasce o arco-íris.

Eu sinto o toque…

Eu ouço…

Eu vejo…

Eu cheiro e provo da perfeição da vida… Utopia.    

Douglas Piruzini 

SOPA

Palavra Léxico Vernáculo

Sonho Inferno Psique

Paraíso Tirania Obstáculo

Fome Liberdade Vocábulo Substantivo

Perda Miséria Glória Orfandade

Cancro Sede Vitória Obesidade

Virgem Podre Pobre Infantil

Pai Vida Acaso Abandono Fatuidade

Sorte Loucura Dor Medo Ansiedade

Fino Mole Deficiente Preto Cidade

Grosso Prato Pato Pena Fato

Morte Café Mar Gato Cigarro Saciedade

Corrida Vertigem Escrupulos Maldade Vento Rio

Vaca Prostituta Piranha Galinha Ovelha Lebre

Telefone Magia Número Reino Valor Santidade

Branco Lenço Morno Brando Tranquilo Suavidade

Valore Humanos Valores Humanos Valore Humanos

Fim Fim Fim Fim Fim Fim Fim Fim Fim Fim Fim

Tempo Tempo Tempo Tempo Tempo Tempo

Saudade Saudade Saudade Saudade Saudade Saudade.

“Morte? Quem és tu? Injusta e maldita.
 Por que demoraste tanto
 para acabar logo com esta pobre vida? Por que às vezes tu, morte, fazes o tempo passar tão lento! E por que às vezes, o tempo passa rápido como o vento? Oh morte que andas pelas ruasà procura de uma vítima, não temas em dizer que meu dia se aproxima, ao menos explique, ó morte, por que esta noite a solidão se mantém tão forte? Vem cumprir o que me foi negado, aproxima-te e tenta tirar de mim todo pecado, pecado este que me consome. Tua face de fronte à minha não causara ódio, pânico ou medo. Tu morte… Vives a apaziguar-te com aqueles que te veneram. Matas com orgulho aqueles que se desesperam ao ouvir o teu nome. Já me dizes quem és tu? Por que tens este nome? MORTE. Tu és orgulho e desprezo. Tu és o fim de um “tal” recomeço. Tu és quem não vive a temer o tempo. Tu és onipotente. Tu és tu morte, mas não te vejo. Mostra-me tua adaga e tua foice. Oh morte! Dança comigo esta noite, canta-me talvez uma canção de ninar, pois a esperança deixou de existir em meu peito e talvez nunca mais existirá.”
Douglas Piruzini.

“Morte? Quem és tu? Injusta e maldita.

 Por que demoraste tanto

para acabar logo com esta pobre vida?
Por que às vezes tu
, morte,

faz
es o tempo passar tão lento!
E por que às vezes,
o tempo passa rápido como o vento?
Oh morte que anda
s pelas ruas

à procura de uma vítima,
não temas em dizer que meu dia se aproxima,
ao menos explique
, ó morte,
por que esta noite a solidão se mantém tão forte?

Ve
m cumprir o que me foi negado,
aproxim
a-te e tenta tirar de mim todo pecado,
pecado este que me consome.
Tua face de fronte
à minha

não causara ódio, pânico ou medo.
Tu morte… Vive
s a apaziguar-te com aqueles que te veneram.
Matas com orgulho aqueles que se desesperam ao ouvir o teu nome.
Já me di
zes quem és tu?

Por que tens este nome? MORTE.
Tu és orgulho e desprezo.
Tu és o fim de um “tal” recomeço.
Tu és quem não vive a temer o tempo.

Tu és onipotente.
Tu és tu morte,
mas não te vejo.
Mostr
a-me tua adaga e tua foice.

Oh morte! Dan
ça comigo esta noite,
cant
a-me talvez uma canção de ninar,
pois a esperança deixou de existir em meu peito
e talvez nunca mais existirá.”

Douglas Piruzini.

Antropocentrismo

“O universo agora conspira a meu favor. O céu chora em sinal de dor. O sol se escondeu há tempos, pois teve vergonha.

As nuvens se transformaram e o meu coração se despedaça e se revolta na escuridão,

em forma de protesto em prisão. Os pássaros não cantam, pois ninguém mais os ouve. As árvores se balançam,

os rios se enchem e os mares se revoltam. A natureza não alcança seu equilíbrio.

Os homens vivem no desespero. O homem vive sozinho e com medo. O homem tem tudo e sente que tudo lhe falta. O homem perde a esperança tornando-se um espectro de ameaça.

O homem mata e destrói, o homem fere, mas é “sensível”.

O homem às vezes ama aquilo que não faz nenhum sentido. O homem se diverte e tem receio. O homem odeia e não quer jamais ser odiado. O homem se julga “dono do mundo.” Mas este homem, orgulhoso e egoísta, muitas vezes esquece de cuidar e ser o dono de si mesmo. Quem se diz racional e mata? Quem se diz sensível e fere? Quem se diz amigo e magoa?

Estes são os homens que me perseguem. Deus… anjos… homens… seres vivos… Deus é o pai de todos? Anjos são protetores?

Homens destroem seres vivos.

Matam a si mesmos,

destroem a vida sem sentido. Destroem sua morada. Matam tudo cegamente, até

que enfim… alguém os mata!”

Douglas Piruzini.